sábado, 1 de setembro de 2012

Historias De Terror - A Loira Da Biblioteca


Historias De Terror -

Trabalho na biblioteca de uma faculdade e aqui dizem que coisas estronhas acontecem. Fiquei sabendo da seguinte forma, logo que entrei aqui, estava usando um rolo de fita e de repente este caiu no chão, procurei debaixo das mesas, das prateleiras da sala e nada! O rolo de fita (que não era pequeno) desapareceu!!! Algumas pessoas vieram me ajudar a procurar e nada...umas 3 semanas depois a fita apareceu debaixo de uma das prateleiras (que óbvio, nós já tínhamos olhado antes e não estava). Nem liguei, mas ao falar isso a uma outra funcionária...ela me contou algumas histórias.

A primeira era semelhante a minha, um menino que trabalhava a noite, foi na salinha do café e quando pegou o copo de plástico, o mesmo caiu no chão, o menino então pegou um outro no pacote e foi se abaixar para pegar o que havia caído no chão, mas.... o copo já tinha sumido.

Outro fato aconteceu quando já por volta das 22:30h (hora de fechamento da biblioteca), uma funcionária que estava no balcão viu um mulher loira, bem no fundo da sala entrando entre as prateleiras de livro, a funcionária foi até lá para avisar que a biblioteca já estava fechando, porém, não encontrou ninguém.

O último fato aconteceu com a pessoa que me contou essas histórias e com a minha compaheira de sala de trabalho. As duas trabalhavam a noite na época e tinham ido a sala do café para lanchar (essa sala fica bem no fundo da biblioteca e é separada da sala que nós trabalhamos, apenas por aquelas divisórias de escritório - recentemente elas foram trocadas por vidro - graças a Deus!!!)

Enfim... elas estavam tomando café quando escutaram na sala ao lado cadeiras serem arrastadas, uma delas logo peguntou quem estava lá, mas não houve resposta. Continuaram tomando café (eu já teria vazado de lá rapidinho), quando escutaram de novo cadeiras sendo arrastadas, foram até a sala e não havia ninguém. Depois disso deram um jeito de sair da sala rapidinho e voltar para junto do resto do pessoal.

Todo mundo no setor ri e faz brincadeiras do tipo " Cuidado com a loira ein", " A loira veio trabalhar hoje?", etc... Mas a verdade é que quem trabalha a noite, evita ir sozinho na salinha dos fundo para não correr o risco de tomar um cafézinho com a loira.

Essa historia peguei de um site que encontrei  que uns amigos meus me recomendaram . (:Ultimamente eu não postei nada aqui , porque comecei a me desanimar a respeito desse blog , e eu antes dizia que iria postar cada dia novas historias , mas vocês não sabem como é dificil achar uma historia que REALMENTE da muito medo . Abraços , e desculpas . :/ 

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Historias De Terror - Casa Mal Assombrada

Historias De Terror - Casa mal assombrada


Casa mal assombrada
O ano era 1944. Carlos que antes morava em Itaperuna - RJ, iria se mudar para Natividade, RJ. Estava a procura de uma casa e depois de algumas visitas, encontrou uma que seria ideal para acomodar sua família. Ao sair da casa, os vizinhos o alertaram de que ela era mal assombrada pelo espírito do antigo morador conhecido como "Manoel Açougueiro". Carlos que era metido a valentão ignorou os avisos dos futuros vizinhos e a família mudou-se na semana seguinte.
Depois de um mês instalados, a mãe e os filhos começaram a ouvir todas as noites, sem falta, às 22:00 horas em ponto, batidas na porta. Quando iam atender, não havia ninguém e o portão ficava sempre trancado com cadeado. Não havia tempo suficiente para alguém bater e pular o muro sem que ninguém percebesse. Carlos que sempre chegava após às 22:00 horas, não acreditava em tal estória.
Porém um dia, Carlos chegara mais cedo em casa e novamente às 22:00 horas bateram na porta. Carlos correu até a porta e não vendo ninguém por perto, gritou aos quatro cantos:
- "Manoel, é você? Se for você mesmo, apareça."
Para espanto de todos, nesta noite, à meia-noite o neném acordou chorando e Carlos ao entrar no quarto viu um cachorro branco dentro do berço. Ninguém na casa via o tal cachorro, mas Carlos insistia em tentar bater no cachorro com umcinto e acabava por acertar o bebê.
Apesar de toda a confusão da noite, Carlos ainda duvidava de que havia um fantasma na casa. No fim de semana, na sexta-feira, Carlos voltou a gritar aos quatro cantos da casa, fazendo dessa vez, um desafio ao tal fantasma.
- "Se tiver alguém aqui mesmo, que atire essas almofadas que estão na sala para o outro quarto."
De madrugada o filho mais velho da família, que também se chamava Carlos, acordou desesperado gritando que alguém havia atirado almofadas em sua cabeça enquanto dormia.
Carlos no dia seguinte, procurou o Monsenhor que providenciou a celebração de uma missa em intenção a alma de "Manoel, o Açougueiro". Desde aquela data, nunca mais ninguém ouviu batidas na porta da casa às 22:00 horas.

Historias De Terror - Os Ruídos Da Morte

HistoriasDeTerror - Os Ruídos Da Morte


Extraído do Livro chamado: "O Livro dos Fenômenos Estranhos" de Charles Berlitz
Os habitantes das ilhas Samoa acreditam que, quando a morte se aproxima, pancadas secas paranormais são ouvidas na casa da vítima.
Esse estranho fenômeno já foi chamado de ruídos da morte, e sua existência representa mais do que mero folclore.
Genevieve B. Miller, por exemplo, sempre ouviu esses estranhos ruídos, principalmente na infância. As pancadas ocorreram durante o verão de 1924 em Woronoco, Massachusetts, quando sua irmã, Stephanie, ficou acamada com uma doença misteriosa.
Enquanto a menina permanecia na cama, ruídos estranhos, semelhantes a batidas feitas com os dedos, ecoavam pela casa. Eles soavam de três em três, sendo que o primeiro era mais longo do que os outro dois.
Certa vez, o pai de sra. Miller ficou tão irritado com os ruídos que arrancou todas as cortinas das janelas da casa, culpando-as por aquele barulho infernal. Contudo, essa demonstração de nervosismo de pouco adiantou para terminar com aquele sofrimento.
No dia 4 de outubro, já se sabia que Stephanie estava morrendo. Quando o médico chegou, ele também ouviu as pancadas estranhas.
- O que é isso? - perguntou, voltando-se para tentar descobrir a fonte do barulho.
Quando se virou novamente para a pequena paciente, ela pronunciou suas últimas palavras e morreu. As pancadas diminuíram a atividade após a morte de Stephanie, porém nunca chegaram a parar de todo. Elas voltaram, ocasionalmente, quando a família se mudou para uma casa nova.
Então, em 1928, o irmão de Stephanie morreu afogado quando a superfíc ie congelada de um rio, sobre a qual caminhava, quebrou-se. A partir dessa época, os ruídos da morte nunca mais foram ouvidos.

Historias De Terror - A Casa Dos Rostos

Historias De Terror - A Casa Dos Rostos


Ao entrar em sua modesta cozinha em uma abafada tarde de agosto de 1971, Maria Gomez Pereira, uma dona de casa espanhola, espantou-se com o que lhe pareceu um rosto pintado no chão de cimento.
Estaria ela sonhando, ou com alucinações? Não, a estranha imagem que manchava o chão parecia de fato o esboço de uma pintura, um retrato.
Com o correr dos dias a imagem foi ganhando detalhes e a noticia do rosto misterioso espalhou-se com rapidez pela pequena aldeia de Belmez, perto de Cordoba, no sul da Espanha. Alarmados pela imagem inexplicável e incomodados com o crescente número de curiosos, os Pereira decidiram destruir o rosto; seis dias depois que este apareceu, o filho de Maria, Miguel, quebrou o chão a marretadas. Fizeram novo cimento e a vida dos Pereira voltou ao normal.
Mas não por muito tempo. Em uma semana, um novo rosto começou a se formar, no mesmo lugar do primeiro. Esse rosto, aparentemente de um homem de meia idade, era ainda mais detalhado. Primeiro apareceram os olhos, depois o nariz, os lábios e o queixo.
Já não havia como manter os curiosos a distância. Centenas de pessoas faziam fila fora da casa todos os dias, clamando para ver a "Casa dos Rostos". Chamaram a policia para controlar as multidões. Quando a noticia se espalhou, resolveu-se preservar a imagem. Os Pereira recortaram cuidadosamente o retrato e puseram em uma moldura, protegida com vidro, pendurando-o então ao lado da lareira.
Antes de consertar o chão os pesquisadores cavaram o local e acharam inúmeros ossos humanos, a quase três metros de profundidade. Acreditou-se que os rastos retratados no chão seriam dos mortos ali enterrados. Mas muitas pessoas não aceitaram essa explicação, pois a maior das casas da rua fora construída sobre um antigo cemitério, mas só a casa dos Pereira estava sendo afetada pelos rostos misteriosos.
Duas semanas depois que o chão da cozinha foi cimentado pela segunda vez, outra imagem apareceu. Um quarto rosto - de mulher - veio duas semanas depois.
Em volta deste ultimo apareceram vários rostos menores; os observadores contaram de nove a dezoito imagens.
Ao longo dos anos os rostos mudaram de formato, alguns foram se apagando. E então, no inicio dos anos oitenta, começaram a aparecer outros.
O que - ou quem - criou os rostos fantasmagóricos no chão daquela humilde casa? Pelo menos um dos pesquisadores sugeriu que as imagens seriam obra de algum membro da família Pereira. Mas alguns quimicos que examinaram o cimento declararam-se perplexos com o fenômeno. Cientistas, professores universitários, parapsicólogos, a policia, sacerdotes e outros analisaram minuciosamente a imagem no chão da cozinha de Maria Gomes Pereira, mas nada concluiram que explicasse a origem dos retratos.

Historias De Terror - As Flores da morte

Historias De Terror  - Flores Da Morte



Conta-se que uma moça estava muito doente e teve que ser internada em um hospital. Desenganada pelos médicos, a família não queria que a moça soubesse que iria morrer. Todos seus amigos já sabiam. Menos ela. E para todo mundo que ela perguntava se ia morrer, a afirmação era negada.
Depois de muito receber visitas, ela pediu durante uma oração que lhe enviassem flores. Queria rosas brancas se fosse voltar para casa, rosas amarelas se fosse ficar mais um tempo no hospital e estivesse em estado grave, e rosas vermelhas se estivesse próxima sua morte.
Certa hora, bate a porta de seu quarto uma mulher e entrega a mãe da moça um maço de rosas vermelhas murchas e sem vida. A mulher se identifica como "mãe da Berenice". Nesse meio de tempo, a moça que estava dormindo acordou, e a mãe avisou pra ela que a mulher havia deixado o buquê de rosas, sem saber do pedido da filha feito em oração.
Ela ficou com uma cara de espanto quando foi informada pela mãe que quem havia trazido as rosas era a mãe da Berenice. A única coisa que a moça conseguiu responder era que a mãe da Berenice estava morta há 10 anos.
A moça morreu naquela mesma noite. No hospital ninguém viu a tal mulher entrando ou saindo.
O Mosteiro de Satanás
1952, quinta feira, dia 23 de dezembro. Leonel sai de casa para passar o natal com a família no Rio de Janeiro. Nas estradas mineiras chovia como ele nunca tinha visto antes. Sozinho no carro Leonel sentiu um calafrio como se estivesse prestes a morrer. Na mesma hora ele parou o carro. Começou a sentir febre e a suar frio. Na estrada não passava um veículo e a chuva tinha apertado mais. Quase cego com a tempestade Leonel avista uma luminosidade não muito longe dali. Caminhando com dificuldade o pobre homem chega até o portão do queparecia ser um mosteiro franciscano . Ele bate na porta e grita por ajuda mas desmaia antes dela chegar.
Leonel acorda com muita dor de cabeça em um quarto escuro. Ele estava deitado numa cama simples e pela janela podia ver que a chuva não havia reduzido. Quando tentou levantar-se da cama a porta se abre e um homem alto vestido de monge entra no quarto. "Você deve deixar o mosteiro imediatamente." falou, com uma voz preocupada. "Estou doente, não podem me mandar embora deste jeito, por favor deixe-me ficar.", agonizou Leonel quase chorando. O monge não disse mais nada e se retirou do recinto. Preocupado em ter que ir embora Leonel se levanta e sai do quarto sorrateiramente. O lugar mais parecia um calabouço medieval. O coitado não sabia o que fazer. Por instinto Leonel desce as escadas da masmorra. Uma voz o chama. Ela vem de uma cela, a porta está trancada e pela pequena grade um homem magro de cavanhaque conversa com Leonel. "Amigo, você precisa me ajudar. Esses monges me prenderam aqui e me torturam quase diariamente. E eles farão isso com você também se não fugirmos logo. Por fa..."Antes do sujeito concluir o monge alto grita com Leonel. "Saia daí!!!" agarrando-o pelo braço o monge arrasta o enfermo rapaz escada acima. O pobre Leonel não tinha forças para reagir e foi levado facilmente.
Já em uma sala gigantesca repleta de monges Leonel se vê como um réu sendo julgado. O franciscano que parecia o líder falou. "Rapaz, você deve ir embora imediatamente. Foi um erro nosso tê-lo deixado entrar aqui. Sabemos do seu estado de saúde mas não podemos deixá-lo ficar". Leonel mal ouviu o homem e desmaiou novamente. O infeliz viajante acorda mais uma vez na masmorra.
A porta do quarto estava aberta e Leonel sai a procura do homem que estava preso no andar de baixo. Sem vigília, ele consegue chegar até a cela do magrelo. Mal se aproxima e Leonel é surpreendido com o sujeito na pequena grade já pedindo ajuda. “Por favor, me tire daqui. Eles vão nos torturar, eles são de uma seita maligna. São adoradores de Satanás.” Tremendo como uma vara verde em dia de chuva, Leonel corre atéum pequeno depósito em busca de uma ferramenta capaz de abrir a cela. Minutos depois ele retorna com um imenso pé de cabra.
Com um pouco de esforço a porta é arrombada. O sujeito magro sai correndo da cela e rindo como se uma piada hilária tivesse acabada de ter sido contada. Sem saber do que se tratava, Leonel corre também, mas dá de cara com um monge de quase dois metros de altura. “ O que você acaba de fazer, maldito?!” Rugiu o franciscano. “Me solte! Me solte seu filho de Satanás!” Gritava Leonel tentando se soltar do agarrão do monge. Com um olhar de temor e raiva o homem alto encara o pobre Leonel... “Você não sabe o que fez... sua vida está condenada agora. Você acaba de libertar o próprio Satanás. E ele fará de você o seu servo predileto. Sua alma será dele”. Logo após o monge ter terminado de falar Leonel dá um grito de pavor... seu último grito de pavor. Naquele instante o pobre e inocente viajante acaba de ter um fulminante ataque cardíaco que levou sua alma literalmente para os quintos dos Infernos, ao lado do, agora, seu eterno mestre, Satanás.

VolteSempre!

sábado, 14 de julho de 2012

Historias De Terror - Minha Opinião

Historias De Terror -

Na minha opinião sobre esse assunto que todos comentam diariamente o '' APOCALIPSE ZUMBI '' Pois então vou falar sobre minha opinião , mas antes vo falar que pesso desculpas porque eu fiquei um tempo sem publicar nada . :/

CONTINUANDO ...

Assim , A ciencia fica fazendo esperimentos em animais ,  Como os RATOS que são o animal mais perto de ser parecido com os humanos , NÃO SEI DA ONDE , MAS OKEY .
                                                                  Fotos Abaixo


Eu vi num site que nao lembro agora, mas lembro que dizia uma historia que eles tavam fazendo esperimentos em ratos , e eles fizeram um vírusque apodrecia os tecidos do corpo , e depois te deixava com uma insana fome de carne crua , ou seja ZUMBIS , enfim , eles pediram para uma moça que trabalha lá , e pediram que ingetassem o vírus nela , para ver como ela reagia , a moça chamou sua mãe para acompanha-la , e tinha umas 3 pessoas na sala de esperimentos, após ter botado o vírus na garota , ela ficou louca, começou a gritar e espumar, ela atackou sua mãe , e em seguida atackou os outros, mas dizem que o vírus foi contido nao deixando que se espalhe , mas não sei se realmente é verdade . :/

SE FOSSE VOCÊ TERIA UM DESSES EM CASA ESCONDIDO , NUNCA SE SABE NÉ ...

                                                       Foto Abaixo



Lista dio que precissará -

1- Um (1) galão de agua
2-Lanternas (QUANTO MAIS MELHOR )
3-Rádio (Para ouvir informações sobre onde o vírus esta )
4-Comida ( Para não passar fome )
5- Um (1) Mochila para carregar as coisas né
6-Kit de primeiros socorros ( OBRIGATORIO )
7-Celulares (Mas sempre deixe no silencioso PORFAVOR ! )
8- Pilhas ( Para poder carregar depois as lanternas )

Então ai estão algumas coisas que vocês precissaram , Espero que tenham um deste em casas , porque eu tenho XDD , Se você você também , aprenderia a dirigir um carro , porque cedo ou tarde você vai ter que aprender na marra meu amigo .
Eu tenho poucos amigos que acreditam no apocalipse zumbi , eles acreditam após eu ter contado , falado sobre as possibilidades de acontecer , e oque aparece na TV e nos jornais , pois então , Um dia nós nos encontraremos em algum mercado ou casa disputando pelo territorio e mercadorias !
Eu por exemblo farei qualquer coisa para sobreviver , mas nunca vou querer ficar sozinha nesse mundo contaminado por COISAS , sempre quero ter uma pessoa de guarda ,e tal , Eu não sou aquelas pessoas que GRITA POR QUALQUER  BARULHINHO DO CARALHO , se você for uma garota, e for desse tipo que fica chorando , espero que você não me encontre .

Enfim ...
Obrigada por lerem até aqui , agradeço a todos,  Divulguem esse Blog !!

www.morrendodemedo.blogspot.com

Obrigada.






sábado, 23 de junho de 2012

Pra Quem Não Acredita - Apocalipse Zumbi

Pra Quem Não Acredita -  Fonte -' Ah Duvido ! '

5 razões científicas para um Apocalipse Zumbi acontecer

Você fã dos filmes e games de zumbi , já deve ter se perguntado alguma vez: “Será possivel isso acontecer um dia?” . A infeliz resposta para a bizarra pergunta é SIM! Selecionamos cinco hipóteses que tem seu fundamento na Ciência para demonstrarmos que um Apocalipse Zumbi não é um evento tão difícil de ocorrer e que um dia, você pode acordar e se deparar com um mundo infestado por zumbis. Confira:

 PARASITAS NO CERÉBRO

que são?
Parasitas que transformam vítmas em escravos irracionais e com cara de zumbi são muito comuns na natureza. Existe um tal de toxoplasma gondii que parece que dedica sua vida inteira para aterrorizar outras criaturas.
Esta doença infecta ratos, mas só podem se procriar dentro dos intestinos dos gatos. O parasita sabe que ele precisa que o rato esteja dentro do gato, e para isto este maldito parasita domina o cérebro do infeliz do rato e intencionalmente faz com que ele corra, ao melhor estilo suicída, para onde os gatos ficam. Em nerdês: O rato é programado para que seja devorado e ele nem ao menos sabe disso.
Mas é claro, são só ratos né? Que se dane!
Como isto pode resultar em zumbis:
Putz, esqueci de mencionar que mais da 1/4 da população da terra é infectada com o toxoplasmosa, e não sabem disto?
Já ia me esquecendo também do fato que fizeram estudos onde mostra que pode-se notar uma mudança na personalidade das pessoas infectadas, e eles tem uma tendência maior a ficarem doidões e atingir níveis de insanidade extrema.
Chances de que isso cause um holocausto de zumbi:
Humanos e ratos não são lá tão diferentes. É por isso que eles usam ratos para testar novos medicamentos. Tudo que se precisa é uma versão mais bem desenvolvida do toxoplasma, uma que possa nos fazer o que ela faz com os ratos. Essa alteração no toxoplasma poderia ser feita mas não afetaria o 1/4 que já está feito contaminada com o toxoplasma. Entretanto, isso também pode ser solucionado. Supondo que encontre uma substância química que altere o toxoplasma, como chegaria ao parasita? Existe duas alternativas: componente ser inserido na água ou através de um alimento transgênico que produza essa substância.
Imagine se 1/4 do mundo não tivesse nenhum instinto de auto preservação ou pensamento racional. Muito menos do que já não tem hoje digo.
Você – grande nerd – deve estar confabulando que tecnicamente estas pessoas nunca estiveram mortas e assim elas não encaixam na definição de “zumbi”, mas nós podemos lhe garantir que a distinção não vai importar lá muita coisa uma vez que uma gangue desses aparecer rosnando na janelinha da sua casa e trucidando tudo que encontram.
Nível de ameaça Zumbi – Moderado (Quem é que vai gastar milhões em pesquisas para alterar o toxoplasma e manipular água e alimento da população para pôr o plano em prática?)

NEUROTOXINAS

O que são?
Existem certos tipos de veneno que diminuem suas funções corpóreas à tal ponto que você pode ser considerado morto, até mesmo por um médico (um médico que não estudou o suficiente e não sabe disso…). O veneno do Fugu (Um peixe japonês) pode fazer isto.
As vítmas desses veneno podem ser trazidas de volta sob o efeito de uma droga como a Datura Stramonium (desenvolvida de uma planta que possui uma substância alcaloide capaz de desempenhar esse efeito) que faz com que elas fiquem em um estado de transe sem memória, mas podendo desenvolver tarefas simples como comer, dormir e vagar por aí com os braços esticados e soltando aqueles murmuros pavorosos.
Como isto pode resultar em zumbis?
“Pode?”esse não é bem a palavra…eles já resultou em Zumbis.
Sabe a origem da palavra Zumbi? Se você pensou Haiti, acertou. Diversas tribos do Haiti usavam essa técnica de zumbificação. Existem livros sobre o tema e tudo, os mais famosos são do autor Dr. Wade Davis e se chamam “Passage of Darkness” (Passagem das trevas) e “the serpent and the butterfly”. E este ultimo gerou um filme de 1988 homônimo.
Bom, por sorte, essa técnica não foi adaptada para algo pior. O “zumbi” fica apenas vagando por aí, até a toxina perder o efeito…. ou pelo menos era para ser assim. Em 1962 aconteceu uma história no mínimo bizarra. Clairvius Narcisse era um Haitiano que foi declarado morto por dois doutores e foi enterrado em 1962. 18 anos depois Narcisse foi encontrado de novo vagando pela vila . Houveram boatos que sacerdotes de vudú estariam usando elementos químicos naturais para basicamente zumbificar pessoas e colocá-las para trabalhar nas plantações de açúcar. As sepulturas das pessoas eram saqueadas, os corpos roubados e o ritual era realizado utilizando substâncias químicas.
Então, da próxima vez que você estiver colocando açúcar no seu cafezinho, lembre-se que ele pode ter sido manipulado por algum zumbi.
Chances de se ocorrer um apocalipse zumbi:
De uma certa forma esta doideira já aconteceu! Assim, esta teoria ganha algum crédito na praça. Mas mesmo se um gênio do mal tentar distribuir as toxinas alcalóides para uma população para transformá-la em uma horda de zumbis vagadores e retardados, não haverá nenhuma possibilidade em os transformar em zumbis agressivos ou canibais. Vão ser lerdos, burros como os zumbis, porém sem o apetite voraz por cérebros. Isso é claro, se a malignidade em pessoa não inserir na fórmula uma substância capaz de ativar a parte do cérebro responsável de avisar o organismo que ele precisa de comida, o que nós conhecemos como fome. Nesse caso a história é outra. Mas nada que um bastão de beisebol não resolva nesses zumbis lerdos e idiotas.
Nível de ameaça Zumbi – TENSO! (Algum mestre em Voodoo por aí sabe quais são as substâncias e como fazer….esperamos que ele tenha o bom senso de manter essa m**** em segredo!)

VERDADEIRO VÍRUS DA RAIVA

O que é?
No filme, era um vírus que transformava seres humanos em insanas máquinas assassinas. Na vida real, nós temos uma série de distúrbios cerebrais que fazem a mesma coisa. Os distúrbios nunca foram contagiosos é claro. Até que nos aparece o Vírus da Vaca Louca. O vírus ataca a medula espinhal e o cérebro da vaca, a transformando em uma super vaca tropeçante da morte.
Agora, adivinhem o que acontece com os humanos comem carne de vaca (louca)?
Como isto pode se resultar em zumbis:
Quando a vaca louca infecta humanos, ela passa a se chamar Doença de Creutzfeldt-Jakob. Vamos aos sintomas:
Mudanças no andar
Alucinações
Perda de coordenação (tropeços e quedas por exemplo)
Espasmos musculares
Convulsões
Rápido desenvolvimento de delírios e dementia
Sim, a doença é rara (não tanto quanto gostaríamos) e até o presente momento não há nenhum relato de pessoas infectadas que sairam por aí caçando e matando à procura de cérebros. Ainda. Embora exista relatos de pessoas que atacaram outras por causa das alucinações.
Mas, isto prova que é só uma questão de tempo para que infecções cerebrais como o vírus da Raiva evoluam para a doença certa para termos lindos zumbis em nossa janela do quarto. As evoluções do vírus ocorrem de forma rápida. Em uma epidemia, sem o controle necessário, as mutações pode torna o vírus inicial em algo muito mais agressivo, que proporcionem características totalmente diferente daquelas na sua origem. No continente Africano, onde os hábitos alimentares são totalmente questionáveis (tudo que é animal entre para o cardápio e geralmente são preparados de modo nada convencionais com uma completa falta de higiene), hora ou outra aparece epidemia que dizimam vilarejos inteiros, coisa que raramente são reportadas aqui, já que nem a própria CBS tem permissão para acessar esses locais. A probabilidade é pequena mas pode acontecer.
Chances de se transformar em um apocalípse zumbi:
Se a idéia de violência repentina e sem motivo pareça impossível, lembre-se que existe uma substância química (serotonina) de se tornar em uma máquina mortífera irracional (eles já testaram isto colocando ratos, com baixos níveis de serotonina, em octógonos do tipo UFC e ficaram vendo-os matar uns aos outros). Tudo que precisamos é uma doença que destrua a função do cérebro que equilibra este elemento e então nós teremos nosso próprio 28 dias depois.
Então imagine uma doença tão desenvolvida como esta- qual poderíamos chamar de Super Vaca Louca (ou Vaca Loucona)- sendo vendida na promoção de carnes de terça-feira no Walmart. Vale lembrar que a doença é transmitida no contato sangue no sangue ou saliva no sangue. Sendo assim, teríamos um vírus da raiva que poderia ser transmitido com uma mordida.
Nível de ameaça Zumbi – Alto! (É possível fazer? É. Custa muita grana e anos de pesquisa? Custa. Mas se fizerem todo mundo se f***? Sim! Esse é sem dúvida o pior estilo de Apocalipse Zumbi que pode acontecer. Imaginem todo mundo que você conhece largando todos os conceitos estabelecidos pela sociedade e pensamentos racionais, tendo como unico objetivo atacar com o máximo da raiva que conseguir. Lembrando que esses tipos de zumbis correm, arrancam pedaço, tem um nível considerado de inteligência e um único objetivo: matar….não é pelo alimento e sim pela vontade incontrolavel de ver qualquer coisa que se mexe morta.)

NEUROGÊNES

O que é?
Todos já devem estar por dentro de todo esse papo controverso no uso de células tronco, certo? Então, o grande lance das células tronco é que elas podem ser usadas para regenerar células mortas. E certamente você- zumbilogista de respeito- deve estar pensando a mesma coisa que eu neste momento: “-Neurogênese é cláro”. Neurogênese é a técnica usada para recriar tecido cerebral morto. Bem, agora você já pode imaginar onde vamos parar, não é?
Como isto pode resultar em zumbis:
A ciência pode muito bem te salvar de qualquer coisa neste mundo que não seja morte cerebral. Eles podem fazer trocas de órgãos, mas quando o cérebro vira geléia, você já era, certo?
Bem, não por muito tempo. Os cientistas já conseguiram recriar células de um paciente que sofreu um grave trauma no cérebro e se encontrava em estado de coma. Assim, recriam fora da forma que bem entenderem e inserem novamente no paciente para que ele acorde do coma.
Junte isto à habilidade de manter um corpo em estado de animação suspensa para que ele possa ser trazido de volta à vida mais tarde, e assim em breve seremos capazes de trazer os mortos de volta à vida. O problema é que o processo precisa ser feito numa velocidade incrível e essa tecnologia para efetuar a técnica nessa velocidade ainda não foi inventada.
Parece muito legal, certo? Bem, existe este laboratórios dedicados à pesquisas sobre reanimação,(Umbrella?!) que explicam como o processo de reanimar uma pessoa pode gerar um problema. Quando aplicaram essa técnica observaram que o cérebro morreu de fora para dentro. Ao dizer “fora”, eles querem dizer o córtex cerebral, a parte legal do cérebro que faz de você ser “você”. Sem o córtex, só nos restam os controles motores básicos e alguns instintos primitivos.
Você não precisa do seu córtex para viver. Tudo que precisa é de seu tronco cerebral, e assim ser debilmente capaz de andar, comer e assistir qualquer porcaria da TV. É desta forma que galinhas conseguem continuar andando por aí depois de terem sido decaptadas.(Tem até um caso em que um frango viveu por 18 meses sem cabeça).
Então, você pega um paciente com morte cerebral recente, usa estas técnicas para recriar seu tronco cerebral. Sem pensamentos nem personalidade, nada além de uma núvem de impulsos e instintos básicos. Instinto básicos… você deve estar imaginando o que isso significa, não é?
Assim, senhoras e senhores, é o que gostamos de chamar de um real, zumbi dos infernos. O estilo de Zumbi da “Madrugada dos Mortos.”
Chances de isto causar um apocalípse zumbi:
Dentro de toda lei no mundo, todos os direitos e responsabilidades terminam na morte. Tudo que se precisa é alguem com recursos e uma necessidade de mão de obra totalmente obediente e que não reclame dos salários. Escravizar mortos? Direitos humanos? Para mortos? WTF? Exploda sua mente aí pensando nas próximas leis. Em breve, poderemos optar por termos nossos próprios zumbís trabalhando para nós por um tempo. Zombie Delivery Corporation…algo do tipo!
Quanto tempo até alguem tente fazer isto? Ditadores milionários é o que não faltam por aí. Talvez não tenham descoberto essa idéia….ou talvez já.
Nível de ameaça Zumbi – CORRA PARA AS COLINAS ( A técnica já existe, precisa apenas de adaptação e um maluco determinado. )

NANORÔBOS

O que são?
Nanobots são uma tecnologia que a Ciência aparentemente criou para que você fique horrorizado de pensar no futuro. Estou falando de robôs microscópicos que se replicam automaticamente e que podem criar/destruir qualquer coisa. Eles tem infinitas utilidades, todas com propósitos bizarros, como a substituição das nossas células por esses robôs nanoscópicos, inserção de nanobots em outros animais para elevação do seu raciocínio, download de informação diretamente para o nosso cérebro.
Toneladas quantias de dinheiro estão sendo investidos em nanotecnologia. É incrível, de uma certa forma, os cientistas sabem que isso podem resultar na destruição de toda a humanidade, mas são curiosos demais para parar.
Como isto pode resultar em zumbis:
Cientistas já criaram um nano-ciborgue, fundindo um pequeno chip de silicone em um vírus. A primeira coisa que eles descobriram é que estes ciborgues podem continuar a operar o hospedeiro por mais de um mês após sua morte. Note como os cientistas estavam focando a zumbificação, até nos estágios iniciais da pesquisa. Eles sabem onde o horror se encontra.
De acordo com estudos, em mais ou menos duas décadas, já teremos nanobots que poderão andar pelo seu cérebro e estabelecer conexões neurais afim de consertar as que estiverem danificadas. É isso ae mesmo; Os nanorobôs serão capazes de religar seus pensamentos. Eles poderão substituir suas células cerebrais também desempenhando função semelhante e disponibilizando a opção de downloads de um computador diretamente para o seu cérebro. Ora, o que poderia dar errado?
É só fazer o cálculo, galere.
Algum dia você terá nanobots em seu cérebro – Querendo ou não.
1- Você não poderá concorrer num mercado onde todas as pessoas, ou são geneticamente superiores (nova eugenia) ou robotizadas com nanobots. Todas as pessoas geneticamente superiores serão gênios e as com nanobots poderão baixar qualquer informação do computador para seu cérebro. Imagine você, ser humano tradicional, disputando uma vaga de emprego com qualquer um desses dois tipos? Fora que o nanobots cerebrais serão também transmissores. Provavelmente o dinheiro se modifique e seja um informação transmitida do seu cérebro, o que força você a usar.
2- Não existe tecnologia humana a prova de defeitos. Se um dia ocorrer um defeito no nanobots ele poderá transmitir o erro para os nanobots em outros cérebros, assim como acontece nos computadores.
3- Mesmo com a sua morte, os nanobots poderão controlar o seu corpo.
4- Os nanobots poderão ser programados por um terminal externo. Isso significa que, se um dia, um governo maluco quiser fazer de você um zumbi de suas vontades, ele poderá. Basta você ter os nanobots implantados.[/size]Nível de ameaça zumbi -> FUUUUUUUUUU (se você estiver vivo até 2030 provavelmente irá presenciar o inicio dessa maluquice moderna)

www.morrendodemedo.blogspot.com

MINHA OPINIÃO ---

Ja na minha opinião eu Acredito que sim isso pode acontecer , pois ficam fazendo testes com experimentos com sangue em animais e outras coisas ...
Meio que acredito num APOCALIPSE ZUMBI já faz 3 anos que eu acredito que possa acontecer . ;D
e caso houver eu sou aqueles que penso bem antes de fazer as coisas, e prefiro minha segurança primeiro do que as dos outros , penso em dois tipo de planos de salva eu , e se houver um geito eu tento o maximo a salvar meu grupo ,e uma dica minha é que nunca vá num hospital , porque quand o sintomas aparece , todo mundo vai pro hospital.
Mas se alguem nunca viu na tv sobre essas coisas que acontecem , aqui em baixo vai ter um breve texto sobre que aconteceu em Miami ' -

- Jornal -

A polícia de Miami ainda está investigando o chocante caso do homem que comeu o rosto de outro antes de ser morto a tiros pela polícia, o último sábado. O homem que realizou o ataque, identificado como Rudy Eugene, 31 anos, estava completamente nu quando o evento ocorreu. De acordo com fontes médicas, Eugene comeu as orelhas, nariz, um globo ocular e parte do rosto da vítima, identificado como Ronald Poppo, um mendigo de 65 anos que vivia perto da rampa da ponte onde o ataque aconteceu .
Poppo, que permanece em estado crítico no Jackson Memorial Hospital, em Miami, depois de perder quase 75% do rosto, aparentemente não conhecia seu agressor. No passado, ambos tiveram vários problemas com a lei por pequenos crimes. Agora, com Rudy morto e Ronald Eugene lutando por sua vida, as autoridades podem apenas especular sobre o que levou o primeiro a cometer o crime.

Abaixo as Imagens são muito muito fortes mesmo  então vou por so uma -. :/
 

entãao ... qual era su opinião mesmo ?? ;D

Historias De Terror - A Maldição Do Msn

Historias De Terror
Há uma lenda de que uma menina era muito viciada em MSN, ela pôs internet em casa apenas para ficar o dia todo no MSN, ela se acordava, ia direto pro computador, não fazia outra coisa a não ser o MSN, ia pra aula e não via a hora de chegar em casa.Ao chegar ligava o computador e ficava até 2 da manhã só no MSN. Ela nem saia de casa e fazia as tarefas da escola de última hora na hora da aula. Sua mãe um dia foi despedida do emprego, e tiveram que cancelar a internet, na primeira semana, foi comum, todos os dias ela ia pra Lan House, mas eles mal tinham dinheiro para comer, por isso ela não mais foi para a lan house. A menina estava diferente, triste sem vida. Não conversava com ninguém, suas notas baixaram mais do que já estavam. Mas o pior aconteceu quando... Bem vamos retroceder, ela vivia trancada no quarto, mas desde esse dia começou a acontecer coisas estranhas,inexplicáveis, mas o pior aconteceu quando sua mãe a chamou para almoçar ela não respondeu, a mãe preocupa tentou abrir a porta mas não conseguiu. Então chamou o vizinho para arrombar, e ao abrirem, o pior aconteceu, a menina estava deitada na cama, morta, pálida e com um bilhete na mão, no qual estava escrito: NOME: Joanna STATUS:Ausente para sempre SUB: Meu corpo pode ter ido, mas minha alma permanece aqui Essa garota, dizem que ela anda assombrando o MSN de quem fica até tarde da noite ou é muito viciado em MSN, ela entra como status AUSENTE PARA SEMPRE, e te leva para o outro mundo...

www.morrendodemedo.blogspot.com

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Historias De Terror - Você Não Esta Sozinha

Historias De Terror -


Havia uma menina chamada Maria , Ela vivia com os pais , e era muito feliz .
 Num dia ela tava em seu quarto durante a noite , quase pegando no sono , quando derrepente sente alguem subindo aos pés de sua cama,  ela fica quieta por medo mesmo , ela vai sentindo que esta subindo na cama , ela resolve olhar ,  e vê ...


Ela solta um berro daqueles, que acabou acordando todo mundo , sua mãe vem correndo em direção ao seu quarto , e liga a luz .
Sua mãe pergunta
Mãe : O que houve maria ??
Maria : Eu vi alguem subindo na minha cama, uma mmmulher estranha . * gaguegando *
Mãe : Ai filha , não deve ser nada, foi so um pesadelo que parecia real , quando entrei aqui não vi nada.
Maria: Sim , acho que deve ser . * Desesperada *

-No dia seguinte -

Maria : Bom dia mãae
Mãe :Bom dia minha filha , dormiu bem ?
Maria : Sim sim , so que aquela imagem daquela garota nao parava de vir em minha cabeça .
Mãe: Ai maria , deixa de bobagem ,so foi sua imaginação !!
Maria : é mas não foi você que viu !

- Assim que anoiteceu -

Maria estava indo dormir , quando escutou um barulho na cozinha , * Seus pais tinha saido pra jantar * Maria foi ver oque tinha provocado esse barulho , quando ela viu que um copo havia caido .


Ela ajuntou os estilhaços do copo que havia caido , e depois foi para a cama .

Ainda pensando na imagem da mulher que havia visto na noite passada ,sente algo puxando seu cobertor , ela fica imovel de medo .
ela começa a assegurar seu cobertor com toda força ,  e quando para, ela olha para porta , e ela viu ...

Gritando desesperada , o fantasma some,  e ela sai correndo do quarto e telefona para os pais virem logo ... seus pais chegam e casa e perguntam oque houve e ela conta tudo ,
sua mãe começa a ficar preocupada , a mãe de maria acha que ela esta ficando louca .

- Depois de 1 semana -

Maria ja esqueceu tudo oque houve , e ela vai se deitar de noite novamente , quando pega no sono , tem pesadelos com demonios e coisas do mau , quando desperta toda suada de madrugada * na hora morta * sente que alguém se meche do lado de sua cama  e quando vê alguém ...


Maria se levantou correndo e foi pro quarto dos pais dormir com eles, mas ela não comentou nada com eles, por medo de que eles iriam achar que ela esta louca , depois de um tempo as coisas pararam , mas novamente voltaram , ela estava sentada na mesa de jantar, quando vê que a porta do armário de roupas se abre sozinha , ela vai verificar , quando derrepente vê algo se mechendo no escuro , ela olha de maisperto ...

e vê um rosto , que a puxa para dentro do armario , ela grita desesperadamente para que alguém a salve, mas ninguem ouviu , ejá era tarde de mais, ninguem nunca mais ouviu falar e nem viu Maria denovo , após o ocurrido seus pais foram embora daquela casa.

Historias escrita por mim , uma original minha .
www.morrendodemedo.blogspot.com


Historias De Terror - La Mala Vizion (PY)

Historias De Terror -

A historia se passa um pouquinho alem do distrito de Pedro Juan Cabalhero PARAGUAY quem me contou foi meu tio Carlos,ele inda era jovem quando isso aconteceu,eu ainda não era nascido,enfim;no dia 02/01/1982,meu tio e meu pai junto com seu tio e seus amigos saíram de picape para ir na fazenda do meu avo buscar lenha,já eram umas 15:30 da tarde no caminho eles passaram em frente a uma fazenda completamente abandonada cujo dono avia matado a esposa e se enforcado há algum tempo atrás.Eles chegaram lá, carregaram a picape de lenha que demorou bastante fazer isso pois era muita lenha então tomaram o famoso TERERE (tradição da região) quando voltavam pra a cidade no começo da noite,devido à carga meu tio e um amigo voltaram sentados na ponta da carroceria da picape e seu tio um pouco mais acima,encima da carga;no caminho de volta tornaram a passar pela tal fazenda onde avistaram de longe um índio sentado cabisbaixo na varanda da casa,eles continuaram seu caminho ate perderem a fazenda de vista quando escutaram um grito muito esquisito e rouco que não parecia ser de um humano mas sim de alguma outra coisa,era um grito horripilante que eles jamais haviam escutado antes nem mesmo seu tio que já era velho.Meu tio diz ter respondido ao grito com outro grito que seu tio contrariou,de repente eles avistaram um vulto negro que se aproximava da picape cada vez mais,e quando chegou perto dizem que era uma fumaça preta de uns 3 metros de altura que gritava e tentava alcançá-los desesperadamente,todos ficaram pálidos ainda mais meu tio que estava na beirada da carroceria.Todos gritavam e o motorista que era meu pai dirigia o mais rápido que podia,meu tio e o tio deles que eram católicos praticantes lembraram de uma oração chamada CREDO muito usada pelos católicos,então eles começaram a repeti-la em voz alta varias vezes durante uns 10 minutos de horror e aquela coisa,vulto, que quase alcançava a picape foi se afastando e diminuindo cada vez mais ate desaparecer na escuridão daquela Noite aluada.Graças a Deus eles chegaram em segurança em sua casa muito assustados e contaram para sua mãe (minha querida avozinha) ela muito sabia lhes disse que o que lhes avia perseguido na estrada era chamado pelos índios de LA MALA VIZION que em português significa A MÁ VIZAO



www.morrendodemedo.blogspot.com

Historias De Terror - Dia Dos Finados

Historias De Terror -
:: Loira do Dia Três de Novembro No dia três de novembro de 1950 , num grande cemitério , surgiu uma moça aparentando vinte e sete anos , loira , de olhos azuis , vestida numa roupa branca com um véu de renda . No meio , do nada , ela começou a ter atitudes estranhas , como a de pegar algumas flores de um túmulo enfeitado e coloca–las em sepulturas aparentemente abandonadas e sem nenhum enfeite . Desta maneira o coveiro , Zé , aproximou–se e indagou : - Moça , por que você está tirando alguns enfeites e flores de alguns túmulos e colocando em outros ? A loira respondeu : - É que ontem foi Dia de Finados e muitos jazigos receberam flores e enfeites . - Porém alguns não receberam nada e reza a lenda que se um morto , não recebe nenhum adorno neste dia especial , ele fica triste . - Então para que os defuntos esquecidos não fiquem chateados , eu tiro algumas flores de uns e coloco-nos mais abandonados . Sem falar que eu rezo por estes mortos também . O coveiro disse : - Tudo bem . O tempo passou e todo o dia três de Novembro esta loira aparecia no campo–santo . O problema é que os anos avançaram , novos caixões foram sepultados , o coveiro envelheceu . Mas nada da mulher misteriosa , do dia três de novembro , envelhecer também. No dia três de novembro de 1997 , a loira estava retirando flores de um túmulo para colocar em outro , quando de repente , um rapaz gritou : - O que é isto ? ! - Por que está tirando os enfeites do jazigo dos meus pais para colocá–los num túmulo abandonado ? - Isto é violação ! - Telefonarei para a polícia para resolver isto , já ! - Afinal sou Maurício , um grande empresário e exijo respeito ! Então o moço pegou seu telefone celular e chamou os guardas , que levaram a dama até a delegacia . Chegando lá o delegado exclamou : - Seus documentos , por favor ! Desta maneira a mulher tirou um papel amarelado de sua bolsa e entregou ao homem , que gritou : - O significa isto ?! - Está escrito aqui : - Ângela Boamorte . - Data de nascimento : - 3 / 11 / 1807 . - É lógico que você não tem mais de cem anos , né ?! - Por isto irei prendê–la por falsificação de documento . Deste jeito a donzela foi para o xadrez com mais doze presas . Quando o relógio tocou meia–noite , os guardas escutaram um barulho estranho vindo da cela feminina . Quando eles chegaram lá viram as paredes , de concreto , rachando misteriosamente e se despedaçando no chão , fato que fez com que as presas escapassem . Em janeiro de 1998 , a empresa de Maurício foi à falência , ele entrou em depressão , perdeu a consciência e virou mendigo. Em outubro de 1999 um carro atropelou este rapaz , que morreu e foi enterrado como indigente . No dia 3 de novembro do mesmo ano , o fantasma de Maurício viu que uma loira estava colocando rosas em seu jazigo . De repente o seu espírito , saiu do caixão e disse : - Moça , eu acho que conheço você ... - Lembrei: - Você é aquela mulher que pegou os enfeites do jazigo dos meus pais para adornar um túmulo abandonado ! A donzela explicou : - Meu nome é Ângela Boamorte . - Eu faço isto desde o século dezenove . Pois quando morri fui enterrada como indigente e por não ser boa o suficiente para ir ao céu , mas por não ser tão má para chegar ao inferno , fiquei presa ao meu jazigo . Deste jeito sempre me senti abandonada no Dia de Finados , ao ver que o túmulo das outras pessoas era visitado e recebiam flores , menos o meu . Então recebi a missão de todo o dia 3 de novembro , tirar alguns enfeites dos jazigos que receberam visitas e colocá–los nos túmulos abandonados . Portanto , se você visitar qualquer cemitério no dia 3 de novembro e ver uma loira retirando flores de alguns túmulos para colocar em outros , não se assuste pois é Ângela Boamorte cumprindo sua missão .

www.morrendodemedo.blogspot.com  Pessoal Espalhem por ai esse blog super legal, todos os dias tem coisas novas. !!! obrigada .

Historias De Terror - A Loira Do Banheiro 2 VERSÃO

Historias De Terror -
:: Certo dia, uma menininha, nova em seu colégio, estava com uma enorme necessidade de ir ao banheiro, mas sendo nova no colégio, não sabia onde ficava o banheiro feminino, então sua professora pediu que sua colega a acompanhasse. A caminho do banheiro, a colega comentou sobre a lenda da loira do banheiro, mas era uma história diferente que dizia: “Ela havia estudado neste mesmo colégio, ela tinha aproximadamente a nossa idade. Ela não gostava de ir à aula, pelo fato de não ter amizades, e até hoje ela procura amigas as assustando em sua única e eterna casa: os banheiros do colégio”.- Mas por que ela é chamada de “a loira do banheiro?” - pergunta a menina. Então a amiga responde: -Há muito tempo, por estar muito triste de não ter amigas, se trancou no banheiro de seu colégio, e lá ficou durante 2 meses, até que um dia, um dos ralos começou a transbordar, a água que transbordava tinha um cheiro muito forte, o que provocou sua morte. Mas não é só isso, seu corpo está no cemitério, mas seu espírito ainda vaga pelos banheiros dos colégios e ela era loira. A menina ficou com medo, mas não se preocupou, pois estava acompanhada e sua amiga que dizia nunca ter visto a loira e que também afirmava que a loira só poderia ser vista se a pessoa fizesse um processo: estar sozinha no banheiro, dar a descarga três vezes, chutar a privada, abrir e fechar a torneira três vezes consecutivas sem molhar as mãos e cantar a musiquinha tosca do Barney balançando a cabeça de uma lado para o outro. A garota voltou a classe e agradeceu a sua amiga não só por ter levado ela ao banheiro, mas por ter explicado a lenda da loira do banheiro. Seu primeiro dia de aula terminou e chegando em casa contou a história que havia ouvido de sua amiga a sua irmã mais velha, que estudava na mesma escola e que nunca acreditou em histórias de espírito. Após a história ouvida, a irmã mais velha prometeu provar a Emilly que essa história não passava de mera fantasia. No dia seguinte, na hora da entrada Lydia levou sua irmã, Emilly, ao banheiro para provar-lhe que tudo era mentira. Então Lydia fez todo o processo, mas lembrou que a garota deveria estar sozinha no banheiro. Lembrando deste detalhe, expulsou Emilly do banheiro, que ficou do lado de fora da porta, olhando pelo vitral. Fez todo o processo, esperou um pouco e comunicou sua irmã que não havia acontecido nada com ela. Como Lydia havia bagunçado um pouco o banheiro, voltou para deixar tudo em ordem, mas quando ela estava saindo, a loira do banheiro apareceu e disse que ela era real e que agora, pela ousadia de Lydia, a irmã de Emilly tornou-se a segunda loira do banheiro unindo-se à terrível Mary Jane. E foi assim que Lydia morreu e foi considerada desaparecida, pois seu corpo jamais foi encontrado.
Fonte: o dia-a-dia  : Na minha opinião essa foi a melhor versão de todas. :/

Historias De Terror - A Casa Dos Espiritos

Historias De Terror -
Até alguns anos atrás minha família possuia uma casa de campo localizada no município de Itaipava no Rio de Janeiro que foi palco de diversos casos inusitados que envolveram praticamente todos os membros de minha família, inclusive eu. Por isso relato aqui alguns desses acontecimentos totalmente certo da veracidade deles. Aquela casa de fato possuia algo de estranho, a começar pelo estado em que a encontramos após alugá-la. Em nossa primeira visita à casa, com o intuito de arrumá-la para que pudéssemos passar ali nossos finais-de-semana, encontramos diversos artefatos estranhos escondidos no quarto dos fundos, tais como utensílios indígenas aparentemente autênticos como um arco e flecha e uma espécie de bastão enfeitado, além de uma cobra morta dentro de um pano, bem, da cobra só restava mesmo a pele. Mas tarde viemos a saber que se tratavam de utensílios de quimbanda, um ramo barra-pesada da umbanda. Foi um susto, mas ao qual demos a volta por cima, sem nenhum problema. A casa era agradável, mas um pouco escura e úmida, o sol raramente batia dentro dela, pois era cercada de muitas árvores. O primeiro fato notável foi quando meu tio, o que mais frequentava a casa, ao descansar um dia em seu quarto, à noite e na penumbra, notou que pelas frestas da janela e da porta começavam a surgir e adentrar no quarto luzes estranhas, assemelhando-se à vagalumes mas com um movimento menos grosseiro. As luzes possuiam diversas cores e de repente se concentraram no teto, para logo após sumirem, deixando meu tio bastante assustado. Vale notar uma constante de todas as pessoas que ali dormiam, membros da família ou não, freqüentemente tinham pesadelos, dos mais terríveis. Até quem raramente sonhava, ao dormir ali não tardava a acordar assustado, vítima de pesadelos. O segundo acontecimento sucedeu-se com minha irmã, que numa manhã ao acordar bem cedo para ir ao banheiro ouviu estranhos barulhos do lado de fora da porta principal, que dava para uma pequena varanda. Ao abrir a pequena abertura da porta, que servia para olhar para o lado de fora, viu uma senhora bem idosa mexendo nas plantas da varanda. Minha irmã, criança, pensou tratar-se de alguém roubando as plantas, imediatamente gritou para a velha perguntando o que ela queria, e a velha imediatamente soltou o vaso de plantas que carregava no chão e saiu correndo, saindo do campo de visão de minha irmã. Como ninguém conhecia aquela senhora, pensamos tratar-se de alguma ladra ou perturbada mental do local, apesar dessa explicação não ter convencido, pois havia um portão de ferro maciço fechando a casa, quase intransponível, ainda mais para uma senhora idosa, e esse portão estava intacto, o vaso realmente havia caído, pois ali ficou. Meses depois veio a explicação. Vizinhos do local contaram que naquela casa trabalhara e morara como hóspede durante anos uma senhora com a mesma descrição que minha irmã havia dado, identificada mais facilmente pela longa trança e pelos longos colares que usava. Ela havia morrido há dois anos, pouco antes de nos mudarmos para lá, e cuidava muito bem dos grandes vasos de planta que adornavam a varanda. Estava explicado. O terceiro caso, e o mais marcante, conteceu comigo e com meu tio. Estávamos um dia somente nós dois na cozinha da casa, conversando, quando de repente ouvimos alguém batendo palmas na porta de casa como que chamasse quem estava dentro, uma maneira corriqueira no campo de anunciar a presença. Não estranhamos pois o portão do terreno estava aberto assim como a própria porta da casa, só que da cozinha não víamos a porta principal. Quase que imediatamente fomos ver quem era, pois pensamos que muito provavelmente se tratava de algum vizinho que desejava algo, coisa que acontecia diariamente. Chegamos quase juntos à sala de onde se podia avistar pela porta principal a varanda da casa, que era onde deveria estar a pessoa que nos chamava. Eu, por haver me levantado primeiro, fui o primeiro a chegar à sala e a avistar aquela figura, sendo seguido imediatamente por meu tio. Paramos, atônitos, por cerca de dois ou três segundos sem acreditar no que víamos. Estava ali, parado e sorridente o meu outro tio, e irmão desse outro que me acompanhava, que havia morrido há cerca de um ano atrás em um grande incêndio em um prédio comercial no centro do Rio de Janeiro, o edifício Andorinha, fato que foi amplamente divulgado pela imprensa. Ele parecia mais jovem, alegre, mas não havia a menor dúvida de que era ele mesmo. Após breves segundos meu tio, o vivo, apavorado, correu para dentro da casa, em direção à cozinha. Eu permaneci durante mais dois segundos observando meu tio recém-morto ali em minha frente, sem reação. Ele apresentava um belo sorriso nos lábios, e vestia uma roupa simples, uma calça e uma camisa, que me pareceram da cor bege. Porém não pude conter meu susto quando ele ameaçou adentrar a casa, nesse momento, muito assustado, corri também em direção à cozinha. Encontrei meu tio chorando, apavorado. Ele gostava muito do irmão que havia morrido. Ele me perguntava gritando quem era aquele, como se não soubesse ou como se quisesse uma confirmação. Eu, igualmente desesperado, gritava:- É o Eugênio, é o Eugênio!! Peguei o braço dele e pedi para que saíssemos dali , pois ele havia entrado na casa. Isso completou o desespero dele. Mas, apesar desse descontrole, ali permanecemos. Ele me disse, um pouco mais calmo, após alguns instantes:- Vamos esperar, quero falar com meu irmão! Eu não pude replicar, apesar de desejar correr dali imediatamente. Esperamos alguns angustiosos minutos, mas meu tio não apareceu. Cerca de quinze minutos após a visão, criamos coragem e voltamos juntos à sala, porém ninguém vimos ou ouvimos. Uma pena sem dúvida. É claro que nos arrependemos de ter corrido, mas foi uma reação instintiva, nessas horas não se raciocina muito, faltou um pouco de sangue frio talvez. Ficou apenas a lembrança de nosso recém-morto parente, que então, soubemos, nem tão morto assim. Houveram outros casos, mas ficaria muito longo contá-los todos. Apesar de ser espírita, e compreender esses fenômenos como coisas naturais, todos esses acontecimentos traumatizaram nossa família, e após alguns anos vendemos a casa. Hoje, ainda passo na frente dela de vez em quando, e ela me traz boas e más lembranças.
Escrito por: Guilherme Lyra

www.morrendodemedo.blogspot.com   Memandem opiniões sobre as historias, ou se quiserem me mandem lendas que ouviram da sua cidade . obrigada . mypoxavida1@hotmail.com

Historias De Terror - A Foto Que Está Dando Medo Em Todos

Historias De Terror -
Foto que está dando medo
Essa foto parece um clássico MindFuck, a diferença é que ela não está dentro daquele quadro da brincadeira, e está se espalhando pelos sites de notícias!

Dizem quem é uma foto assustadora se você observar... Observe Bem !





























 

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Historias De Terror - O Fantasma Da Casa 666

Historias De Terror -
 Só agora, depois de 30 anos, minha mãe revelou-me o mistério sobre a morte da senhora Margot. Por muito tempo, durante a minha infância, essa curiosidade me perseguiu. Dizem que os fantasmas da infância, diante dos problemas da vida adulta, costumam ser esquecidos, guardados em algum canto da mente. Falam também que a criança que fomos, a exemplo dos fantasmas, nunca morre, simplesmente fica escondida dentro de nós. Talvez por esse motivo, hoje, dia em que completo 42 anos, foi que, vasculhando as teias de aranha dentro da minha cabeça, encontrei a criança curiosa que um dia fui. Corri até a casa da minha mãe e repeti uma pergunta feita a três décadas: como morreu a proprietária da casa 666?

      Os moradores da rua temiam passar em frente aquele sobrado, principalmente à noite. Especulava-se que era comum ouvir-se gritos pavorosos ecoarem lá de dentro, cortando o silêncio e causando arrepios aos que, por ventura, passassem por aquela calçada. A velha casa abandonada tinha um aspecto realmente aterrador. Sua fachada, totalmente desgastada pelo tempo, mantinha algumas das inúmeras janelas. A maioria, no entanto, comida pelos cupins, não passava de espaços vazios por onde, segundo vários relatos, podia-se ver luzes de velas e sombras a passear lentamente pelos cômodos. Os mais antigos da vizinhança diziam ser a alma da senhora Margot que assombrava aquela casa. Sendo eu muito curioso, certa vez perguntei a minha mãe como tinha morrido a senhora Margot. Em vez de matar a minha curiosidade, deixou-me ainda mais confuso a frase que recebi como resposta:

      — É uma história muito triste para se contar a uma criança.

      Tentei insistir e fui ameaçado com uma boa surra, caso não esquecesse o assunto. A curiosidade, a partir daquele dia, transformou-se em obsessão. Estava decidido a descobrir, a qualquer custo, as circunstâncias que levaram à morte a senhora que habitara aquele sobrado assustador. Aos meus doze anos de idade, não me considerava mais uma criança. Dizia para mim mesmo, como se querendo convencer-me: eu sou um homem e, como tal, vou desvendar todo esse mistério. Saí a perguntar a todos que encontrava e as respostas não eram muito diferentes daquela dada pela minha mãe. Faziam suspense ou simplesmente mudavam de assunto. Acabei recebendo a surra prometida quando minha mãe ficou sabendo da inquisição que andava a fazer aos quatro cantos.

      — Esqueça este assunto de uma vez por todas!

      Fiquei de castigo por cinco dias, mesmo depois de ser obrigado a prometer que não mais tocaria no assunto. Após a curta reclusão, que me pareceu quase eterna, a curiosidade sobre a morte de dona Margot continuava a me atormentar. Fui recebido com vaias pelos meus amigos da rua: Vado, Cabeção, Dumbo, Leitão e Caju. Era costume da turma reunir-se em frente à casa do amigo que estava de castigo e dar-lhe uma sonora vaia no dia que este, absolvido da pena, colocasse a cara na rua. Sentir na pele essa humilhação não foi nada agradável, porém não podia reclamar. Principalmente eu, que costumava puxar o coro e fazer grande algazarra quando um colega castigado era colocado fora da gaiola. Mesmo assim, para não ficar inferiorizado diante dos amigos, tentei justificar-me.

      — Vocês ficam de castigo por bobagens: você, Cabeção, ficou dez dias sem assistir televisão porque quebrou a bonequinha da irmã. Também! Foi brincar de boneca, né? Você, Leitão, foi comer o pudim ainda quente que a vovó preparou e passou 15 dias sem direito à sobremesa. Vocês, por acaso, sabem por que fui castigado? Coisa séria, problema de homem e não coisinhas de crianças como vocês.

      Depois dessa minha explanação, tudo que consegui foi uma segunda e ainda mais sonora bateria de vaias. Fiquei realmente furioso e, num momento infeliz, lancei um impensado desafio:

      — Qual de vocês tem coragem de entrar comigo, à noite, no antigo sobrado da senhora Margot?

      Uma dezena de olhos assustados arregalaram-se à minha frente. Ficaram por alguns segundos em silêncio até que, com voz trêmula, Caju devolveu-me, em lugar de resposta, outra interrogação:

      — Você tem essa coragem?

      Diante dessa simples pergunta foi que percebi a situação complicada em que me encontrava. Como poderia responder negativamente? Não foi minha a idéia de transpor os portões da casa 666? Estava, realmente, sem saída e respondi:

      — Mas é claro que tenho coragem. E vai ser ainda hoje.

      Não sei onde arrumei tanta convicção. Entrar naquela casa sozinho, à noite? Nem os adultos tinham coragem, mesmo durante o dia. Olha só o tamanho do problema que arranjei. Na esperança de arrumar companhia para minha louca aventura, voltei a desafiar:

      — Vocês são todos covardes. Afinal, quem é homem para ir comigo?

      O silêncio da falta de resposta doía em meus ouvidos, causando-me grande angústia. Resolvi pegar pesado e mexer com o brio da turma.

      — Vocês são um bando de menininhas medrosas. Afinal, quem vai comigo?

      Foi quando uma voz estranha, vinda do outro lado da rua, se fez ouvir.

      — Eu tenho coragem! Eu vou!

      Assustados, já estávamos nos preparando para correr quando percebemos que era apenas o Aluado, um menino muito estranho que morava na rua. Seu verdadeiro nome era Vitor, porém o apelidamos de Aluado pelo seu jeito débil. Tinha problemas mentais e era discriminado pelas outras crianças que, considerando-o muito bobo, negavam-se a brincar com ele. Morava com uma tia velha que também era meio louca. Costumavam passar os períodos de lua cheia trancados em casa. Por esse motivo chamávamos a casa deles de Toca dos Aluados. Eu, a exemplo da criançada, também não nutria simpatia por ele. Porém, ao ouvi-lo se prontificando a me acompanhar em minha aventura, agarrei-me àquelas palavras como um náufrago a uma tábua de salvação. Vi, na figura do Aluado, a minha esperança de convencer os outros a irmos, todos juntos, tentar encontrar pistas que ajudassem a matar a curiosidade em torno da morte da senhora Margot. Disparei então meus argumentos:

      — Estão vendo, menininhas? Até mesmo o Aluado, que vocês tanto discriminam e chamam de bobão, tem mais coragem que vocês.

      Sentindo-se humilhado, Vado, o mais velho e também mais forte da turma e, por essa razão, detentor da liderança no grupo, decretou de forma nada democrática:

      — Vamos todos juntos. Quem não for, vai se ver comigo.

      Uma ordem de Vado era lei; ninguém tinha coragem de enfrentá-lo. Principalmente depois do dia em que ele, sozinho, numa briga feia, enfrentou e venceu quatro meninos que moravam numa rua paralela a nossa. Assim sendo, a turma preferiu enfrentar o fantasma da casa 666 a enfrentar Vado. Esperamos, assustados, o anoitecer que se aproximava. Reunimo-nos em frente àquele sobrado e, mesmo tentando disfarçar, os semblantes deixavam transparecer o receio que tínhamos em estar ali. O único que não demonstrava qualquer tipo de preocupação era o Aluado. Na verdade, parecia estar muito feliz em participar daquela aventura ao lado da turma, já que sempre fora renegado. Era tanto o seu entusiasmo que, aproveitando um momento em que a rua estava vazia, foi o primeiro a pular o alto portão frontal da casa. Não nos restou alternativa e, um a um, saltamos para dentro dos muros daquele sobrado. O mato tomava conta de todo o espaço que, no passado, fora um imenso jardim. Repentinamente, um vento forte soprou derrubando a porta principal. Nesse momento, todos se olhavam assustados e quase retornamos correndo. Porém, Vado, como sempre, democrático, falou energicamente:

      — Daqui ninguém sai.

      À frente daquela trêmula fila, ia Aluado, segurando uma lanterna. Na retaguarda, vinha o Vado para garantir que ninguém fugiria e, entre os dois, eu, Cabeção, Caju, Leitão e Dumbo, totalmente apavorados. Com uma coragem impressionante, talvez pela sua insanidade, Aluado ultrapassou a porta da frente, penetrando na sala principal. Já nos dirigíamos à escada de acesso ao primeiro andar quando, vinda, não se sabe de onde, uma voz tenebrosa pronunciou, claramente, aos nossos ouvidos:

      — Eu queeeero meus anéeeeeis!

Senti o meu sangue gelar naquela hora, principalmente quando olhei para trás e percebi que Vado não mais estava lá. Foi o primeiro a correr, gritando desesperadamente. A exemplo dele, todos sumiram em alta velocidade. Eu, particularmente, não sei como saltei com tamanha rapidez e agilidade o alto muro que há pouco havia me oferecido tanta dificuldade em transpô-lo. Aquela correria desenfreada só teria fim na pracinha do final da rua, onde nos encontramos e, sem fôlego, não conseguíamos sequer falar. Todos afirmavam ter ouvido, claramente, aquela voz que dizia querer seus anéis. Porém, ninguém tinha a mínima idéia de que anéis se tratava. Mal tínhamos nos refeito do susto, quando Dumbo, quase sem voz, deixou-nos preocupados ao perguntar:

      — Onde está Aluado?

Nesse momento, demo-nos conta de que nenhum de nós viu Aluado pular aquele muro de volta para a rua. Teria ficado dentro da casa? A preocupação aumentava pois sabíamos que algo precisava ser feito. Tive então a idéia de irmos perguntar à tia dele. Talvez ele tivesse corrido para casa. Ninguém concordou, achando que seria muito suspeita essa atitude, já que nunca procuramos por ele antes. A maioria resolveu que o melhor era ficarmos calados e aguardar o aparecimento de Aluado. Como já estava ficando tarde, decidimos retornar para nossas casas. O remorso tomava conta de mim. Sentia-me responsável pela ida do Aluado àquela casa e, conseqüentemente, sentia-me responsável por ele. Meu remorso transformou-se em angústia quando, pela janela do meu quarto, percebi que a tia velha do Aluado ganhava a rua a gritar pelo seu sobrinho:

      — Vitor, onde você está?

      Subia e descia a rua desesperada a ponto de chamar a atenção de todos. Algumas pessoas, solidárias àquela senhora, reuniram-se em coro a chamar pelo Vitor e nada do Aluado aparecer. Meu sentimento de culpa aumentava a cada minuto. Como poderia, sabendo de toda a verdade, esconder daquela senhora, já em prantos, o paradeiro do seu sobrinho? Em contrapartida, como poderia contar o que sabia sem denunciar a invasão realizada por mim e meus amigos àquele antigo sobrado? Era doloroso ouvir os gritos desesperados daquela senhora, mas, definitivamente, não poderia trair o pacto de silêncio da turma e muito menos expor minha própria pele às surras de cinto da minha mãe. Porém, tinha consciência de que algo deveria ser feito. Pensando assim foi que resolvi escrever um bilhete anônimo, relatando o suposto paradeiro do Aluado.

       No silêncio da noite, quando todos já haviam se recolhido, saltei a janela do quarto e, cuidando para fazer o mínimo de barulho possível, caminhei até a "Toca dos Aluados". Lá chegando, fiz passar o bilhete por baixo da porta. Cheguei a ouvir os soluços daquela senhora a sofrer dentro da casa. Voltei para o meu quarto apressado, no entanto, tive o cuidado de, antes de entrar em casa, jogar uma pequena pedra no telhado da tia do Vitor no intuito de chamar sua atenção. Até esse momento, tudo funcionava exatamente como planejei. Apaguei a lâmpada do quarto e fiquei de vigília. A ansiedade tomava conta de mim quando, de súbito, percebi que a luz interna da casa se acendera para, logo em seguida, ver a tia Aluada abrir a porta e sair em direção a casa mal assombrada. Portava em uma das mãos uma folha de papel que deduzi ser o meu bilhete. Na outra mão, levava um objeto que parecia ser uma pequena caixa. Estranhamente, ela não mais gritava pelo nome do sobrinho. Contrariamente a momentos atrás, parecia fazer questão do silêncio, como se não quisesse ser notada. Olhava desconfiada para todos os lados, atravessando a rua sorrateiramente. Parou em frente ao portão da casa 666 e, ignorando o meu olhar perplexo, tirou de um dos bolsos um molho de chaves e passou a experimentá-las na enferrujada fechadura. É claro que ela não vai conseguir, pensei comigo mesmo. Como ela poderia ter uma chave que abrisse aquele portão? A possibilidade, pelos meus cálculos, era uma em milhões. Porém, a minha perplexidade chegou ao extremo ao ver, boquiaberto, pela primeira vez em minha vida, aquele portão ser descerrado. Lentamente, a tia Aluada puxava aquela imensa estrutura que, parecendo querer denunciá-la, fazia ecoar um triste rangido metálico no silêncio da noite. Admirado com a coragem daquela mulher, vi quando adentrou àquele lugar assustador. Fiquei na expectativa de vê-la sair correndo, a exemplo do que acontecera comigo e meus amigos. Os minutos que se seguiram foram angustiantes para mim. Um silêncio ensurdecedor ofendia meus ouvidos. Esperei o que me pareceu uma eternidade para, em lugar de uma fuga alucinada, testemunhar o tranqüilo retorno daquela senhora. Tamanha foi a minha felicidade ao perceber que, conduzido pela mão, trazia seu sobrinho Aluado. Ver aqueles dois atravessarem a rua, abraçados, foi como tirar um imenso fardo das minhas costas. Porém, na minha cabeça curiosa, nem tudo estava resolvido. O que teria acontecido lá dentro? O que era aquele objeto que a tia Aluada levou para o sobrado e não mais portava quando da sua saída? Só mesmo o sono, altas horas da madrugada, veio a encerrar meus questionamentos. Adormeci remoendo planos: amanhã irei investigar. Vou descobrir tudo.

      Acordei pela manhã mais cedo que de costume. Cheguei a deixar minha mãe desconfiada.

      —O que você andou aprontando ou pretende aprontar?

      Minha querida mãe, com toda a razão, sempre desconfiada; era capaz de perceber, em meus olhos de menino traquinas, a iminência de uma travessura. Na verdade, a vontade que eu tinha era de correr até a casa do Aluado e perguntar sobre o acontecido na noite anterior. Mas como fazer isso sem levantar suspeita? Decidi então que esperaria a oportunidade de encontrá-lo na rua. Reuni a turma e comuniquei o retorno do Aluado. Contei-lhes que vi quando ele voltou para casa em companhia da tia. Omiti, porém, tê-la flagrado entrando na casa 666, temendo passar por mentiroso. Reconhecia que era uma estória difícil de acreditar. Passei o resto do dia em frente à "Toca dos Aluados" na esperança de ver o Vitor e esclarecer minhas dúvidas. Quando anoiteceu, vi surgir, no fim da rua, uma enorme lua cheia. Sinal de que o Aluado passaria os próximos dias sem botar a cara na rua. A minha presença constante à frente daquela casa chamou a atenção da tia do Vitor que, sentindo-se incomodada, foi reclamar com a minha mãe que eu estava a observá-la. Levei nova surra de cinto e, para completar, fui colocado 15 dias de castigo, sem sair de casa. Não sei como consegui passar todo aquele tempo em companhia de tanta curiosidade. Quando, finalmente, acabou o meu período de reclusão, um novo acontecimento me pegou de surpresa: os moradores da "Toca dos Aluados" mudaram-se da rua; sumiram sem deixar pistas. Ouvi comentários de que teriam partido às escuras. Senti-me condenado, portanto, a passar o resto da vida sem saber o que havia acontecido durante o resgate do Aluado pela sua tia, na noite em que entramos na casa mal assombrada. Algumas semanas depois, o velho casarão foi demolido e, em seu lugar, construíram uma igreja evangélica. A casa em que o Aluado morava, a exemplo do velho sobrado, também foi vendida e transformada em uma escola. Causou-me estranheza o fato de a tal escola pertencer à igreja que ocupou o terreno da antiga casa 666. Com a destruição daquele velho imóvel, a minha esperança de desvendar a morte da senhora Margot também pereceu.

      Com o passar do tempo, minha alma de criança perguntadora acalmou-se. Tornei-me adulto e acreditava ter exorcizado, para sempre, meu espírito infantil. Eis que justamente hoje, no meu 42º aniversário, ganho, de presente, os fantasmas da infância embrulhados na revelação do mistério sobre a morte da senhora Margot. Minha mãe contou-me que a dona Margot era uma senhora que, apesar da idade avançada e seus muitos quilos, trazia no rosto traços de uma mulher muito bonita. Muito vaidosa, adorava andar bem vestida e coberta de jóias. Parecia ter preferência por anéis, já que sempre trazia os gordos dedos repletos deles. Eram todos muito caros, feitos de ouro e cravejados com pedras preciosas. Com o falecimento do seu marido, sentiu a necessidade de arranjar companhia. Resolveu alojar, em sua casa, um menino que afirmava ser seu sobrinho. A criança aparentava uns 9 anos e, proibida por dona Margot, quase nunca saía de casa. Só era vista na rua quando, sob ordens, ia comprar alguma coisa na mercearia da esquina, voltando rapidamente para casa. Apesar de ser um menino obediente, dona Margot costumava castigá-lo ou, até mesmo, aplicar-lhe pesadas sovas. Nessas ocasiões, seus berros podiam ser ouvidos por toda a vizinhança. Trazia em seu rosto muitas marcas, que os vizinhos especulavam serem causadas pela pesada mão da viúva repleta de anéis. Toda a rua ficou horrorizada quando, numa manhã, ouvindo gritos de socorro vindos da casa 666, alguns moradores a invadiram e se depararam com uma cena horrível: dona Margot caída ao pé da escada, totalmente ensangüentada. Seus braços e pernas apresentavam fraturas expostas. E, em suas mãos, ausência total dos dedos. Todos foram decepados e levados, juntamente com seus preciosos anéis. A viúva deixava a todos perplexos pelo fato de, com tantos e tão sérios ferimentos, não demonstrar preocupação com o seu estado gravíssimo. Repetia exaustivamente uma única frase: "eu quero meus anéis". Os médicos foram chamados e dona Margot, depois de sedada, foi conduzida ao hospital, onde passou por várias cirurgias. Após poucos dias, não suportando o sofrimento, veio a falecer. Nas investigações policiais, o pequeno sobrinho figurava como principal suspeito, já que sumira por ocasião do ocorrido. Após 15 dias de busca, a polícia conseguiu encontrá-lo, esmolando pelas ruas do centro da cidade. As suspeitas tornaram-se fato quando o menino confessou ter matado a tia. Não ficaram dúvidas da sua culpa, pois o mesmo levou a polícia até o local onde escondera a arma do crime: um pequeno machado com o qual executara o brutal ataque. Em seus depoimentos, somente um fato ficou sem ser esclarecido: onde teriam ido parar os dedos e anéis da senhora Margot? Quando questionado, simplesmente respondia que os havia perdido. Considerado insano, foi conduzido para tratamento psicológico em um manicômio, de onde teria conseguido fugir para nunca mais ser encontrado.

      Ouvindo o relato desses acontecimentos foi que consegui entender e concordar com as palavras ditas pela minha mãe há trinta anos: "é uma história muito triste para se contar a uma criança". Os adultos partilhavam a opinião de que um crime tão bárbaro, praticado por uma criança, deveria ficar em segredo. Tinham medo que, de certa forma, fôssemos afetados ou influenciados por ele. Foi preciso passar todo esse tempo para, finalmente, conseguir resolver um velho mistério. Porém, nesse exato momento, pego-me pensativo e convicto de que tal revelação não passa da ponta do fio de um grande novelo que, novamente instigado pelo meu espírito juvenil e curioso, sinto necessidade de desenrolar. Com as palavras da minha mãe, depois de tantos anos esquecidos, inúmeros detalhes voltam à minha mente: a frase ouvida no casarão, a chave do portão, a pequena caixa conduzida para a casa 666 pela tia do Aluado, a mudança súbita no meio da noite, a aquisição dos dois imóveis pelo mesmo comprador. Sinto que preciso passar naquela igreja e, quem sabe, fazer algumas perguntas. Acho que, aos 42 anos, não corro mais o risco de ser surrado pela minha mãe.
 
Fonte: contosfantasticos.com.br